3 Coisas que aprendi em setembro



                                     
 Setembro, ainda o mês nem terminou e já estão falando as famosas piadinhas, de que termina o ano e não setembro. Pois bem, esse mês mais do que nunca, tenho me visto de outra forma, talvez um pouco mais completa, algumas coisas que antes estava colocando uma interrogação no final, a maioria delas já foram respondidas e entre nós, tenho que falar que não foi fácil. Eu sei que nem acabou o mês, mas de alguns tempos pra cá, eu tenho aprendido e entendido muitas coisas.

Que muitas vezes a solidão pode sim ser a melhor opção

Quem nunca sentiu uma vontade imensa de ficar sozinho, desejou talvez um lugar só pra isso. Então essa foi minha vez, talvez o mês que fiquei mais sozinho foi esse, e cá entre nós, eu pensei muito em tudo, tudo que tinha deixado de lado, algumas dúvidas em minha mente que só eu tinha o poder de responder. Aprendi que muitas vezes algumas coisas só servem pra saber o quanto somos fortes.

Aprendi a me aceitar e criar um instagram

Quando se fala de aparência, sou suspeito pra falar disso, antes eu tinha postado esse texto, da vida imperfeita do instagram, e disse que achava que nunca ia fazer um instagram por motivos de aceitação, e não é que eu resolvi mudar de idéia? As redes sociais estão cada vez me provando mais isso, mudo de ideia constantemente, acho que isso é bom. Fiz um instagram semana passada, já postei três fotos, e tenho que agradecer pelos 100 seguidores, muito obrigado, e se você quer acompanhar minha vida por lá, é só seguir o user é: @ficandosozinho.

Não me julgar tanto

Sabe quando bate aquela bad em você? Pois bem, ela sempre vai e vem, quem nunca? Eu sempre. Sempre uso o twitter pra desabafar, às vezes temos que deixar a poeira baixar e tentar entender tudo, ou pelo menos a maiorias das coisas. Sempre alguns minutos antes de dormir fico pensando em coisas que aconteceram durante o dia, e sim sou desses que me arrependo de ter feito uma coisa lá em 2010. Mas dessa vez foi diferente, entendi que me auto julgar não mudaria e nem acrescentariam em nada, só apenas faria aquele tipo de ritual de arrependimento.

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