Sentimentos platônicos: Dias dos namorados


Então parece até piada né? Dias dos namorados, eu aqui de nesse cansaço tradicional de que esse ano ainda não vou está namorando, sempre tem aquela desculpinhas esfarrapadas, ‘ talvez ano que vem quem sabe’, mas eu preciso dizer que às vezes sinto falta de muitas coisas, principalmente das tradicionais, dos presentes trocados, do almoço juntos, da pequena briga de quem iria ser o ultimo pedaço da barra de chocolate.

Que saudades...

Mas sempre existe um lado ruim em tudo, os seus ciúmes excessivos, as brigas diárias, as noites mal dormidas, trocando conversa fora, e claro o grande arrependimento de ter amado uma pessoa que hoje em dia passa, e finge que nem conhece, ou que nunca aconteceu algo, é triste amor.

Dói, corrói, passa com o tempo, depois volta aqueles sentimentos incompletos, as lagrimas, as perguntas, os pensamentos e em cima disso tudo, os julgamos, as perguntas, e muitas duvidas. O que poderia ter mudado naquele tal dia, se poderia ter melhorado mais naquele tal momento, é chato, é amor.

Talvez fosse para ficar sozinho mesmo nesse mês de junho, talvez fique solteiro resto do ano inteiro, quem sabe... Quem sabe se ainda eu não posso me surpreender e aquela paixão platônica não possa dizer que me ama, talvez seja melhor ficar sozinho mesmo, e quando chegar os dias dos namorados eu faço o que venho fazendo as mesmas coisas dos anos anteriores, comendo o chocolate sem dividir, chorar no final do filme de romance sozinho, mas no final das contas, dá uma vontade imensa de dizer, ficar sozinho também é felicidade, mas pode ser que daqui a um tempo, venham todos esses sentimentos antigos e queira me provar ao contrario.
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